Na Zé Dos Bois (ZDB)

Originally posted 2015-02-04 00:16:39.

THE VIPERS NA ZDB

Ali ao Bairro Alto, a ZDB divulga cultura, musica, novos e velhos talentos. Estes moços vieram do UK para rockarem com muita garra, com os nossos The Vicious Five. Têm uma sonoridade “garage”, com a peculiaridade de usarem dois baixos e uma guitarra. O invés é que costuma ser verdade, duas guitarras e um baixo, mas os The Vipers decidiram-se por algo diferente e original. Ainda bem, o som adquire uma consistência incomum. No que respeita a retratos, fica aqui uma amostra do que aparecerá apareceu na Galeria mais adiante destes rapazes: The Vipers.

 

THE LEGENDARY TIGER MAN

TIGER MAN no Musicbox

Originally posted 2015-02-04 00:16:30.

TIGER MAN NO MUSICBOX

TIGER MAN no MusicboxO homem de Coimbra mais conhecido fora de portas esteve no Musicbox, na pele do lendário homem tigre.
Blues a rodos. Por horas o Musicbox, foi a selva onde o tigre deu o melhor de si: os Blues!
Fiquem com as fotos. Poucas, por acaso. Pode ser que um dia destes tenha tempo para mais.
Cliquem, cliquem…
See ya!

CARBILLY & CAPITÃO FANTASMA

Originally posted 2015-02-04 00:16:13.

CARBILLY & CAPITÃO FANTASMA na Caixa Económica Operária, 08.05.2010

CarbillyNo sábado passado os CARBILLY e os CAPITÃO FANTASMA estiveram na Caixa Económica Operária para mais um concerto em que destilaram o bom velho Rock’n’Roll.
Os CARBILLY são alentejanos e dedicam-se ao Rockabilly, desde Beja para o mundo. Sala cheia na C.E.O. para ouvir, ver e aclamar a malta de Beja que toca o bom velho Rock’n’Roll com alma e coração. Tanto quanto sei têm uma edição de autor de 4 temas de 2009, que me fazem recordar os míticos BLASTERS, das terras do Tio Sam. É na América longínqua de Cadillac e estradas a perder de vista que os CARBILLY vão buscar as suas origens. Desde os idos de meados dos anos 50, passando pelos anos 80, os CARBILLY provam que o Rockabilly está vivo e ainda faz abanar penteados.Capitão FantasmaOS CAPITÃO FANTASMA apesar de mudarem constantemente (isto é um exagero) de guitarrista mantêm o seu som e a sua legião de fãs. Bruto não deixa os seus créditos por mãos alheias e fez aquilo que só ele sabe: cantar hinos Rockabilly ou Psychobilly se quiserem, às caveiras, à Cruela e ao Quim Machado… são Rock’n’Roll puro a 666%.
A audiência curtiu o som a 999%, como era de esperar da malta que segue os CAPITÃO FANTASMA.
Do evento ficam as fotos.

Invasão americana!

Originally posted 2015-02-04 00:16:11.

 

WE WANT PUSSY… PUSSY… PUSSY!

Invasão americana

arlindo-pinto-nashville-pussyNa segunda-feira, 06.04.2009, juntou-se a fome com a vontade de comer, no Santiago alquimista. Os EUA invadiram o local com duas super bandas viciadas no bom velho ROCK’N’ROLL! Hell Yeah, Jesus! (Jesus é uma alusão, pequena é certo, ao período que se atravessa: a Páscoa). Bom, continuando que a minha vida não é esta e tenho outras coisas para fazer, nomeadamente, ir ver se está sol, a monstruosa, dilacerante, decibelmente louca e sonora invasão, foi levada a efeito por duas bandas oriundas das terras do Tio Sam (este tipo dura desde 1812, irra), com um objectivo claro: SEARCH AND DESTROY!
As feras enviadas foram nada mais do que o Tio Sam tem de melhor na área: SUPERSUCKERS (Motorhead-cum-Social Distortion garage rock) e NASHVILLE PUSSY (Lynyrd Skynyrd meets AC/DC high on speed in a sex motel).
Os SUPERSUCKERS andam em tour comemorando 20 anos de carreira, desde o seu primeiro “The Smoke of Hell” até ao mais recente “Get It Together”, do ano passado e autoproclamam-se a melhor banda de rock’n’roll do mundo.
Quer vocês tenham nascido com uns corninhos (eu sou dos dos corninhos) ou umas asinhas, liderados por Eddie Spaghetti (uma espécie de Tim americano – voz e viola baixo), uma coisa é certa, estes rapazes fazem ferver o sangue de quem os ouve! Mais: estes rapazes fazem-vos ferver e vocês querem mais e choram por isso. Foi exactamente isto que se passou no Santiago: moças à beira da loucura chorando enquanto ouviam Eddie Spaghetti, cantar o que quer que fosse. Senti-me de repente, numa sala cheia de meninas gritando pelos Fab Four! Coisa Estranha!
Concerto dado ao qual se juntou empunhando uma cervejita, o aniversariante Jeremy, baterista dos NASHVILLE PUSSY, lá foram os rapazes com a guitarra de baixo do braço, deixando a audiência em papas, mas com pedalada para ouvir os PUSSY.
Não posso escrever muito sobre os NASHVILLE PUSSY, porque sou suspeito: sou fã da banda desde o primeiro disco “Let Them Eat Pussy” de 1998 até ao novíssimo “From Hell To Texas”. No entanto vou tentar manter-me isento.
Os NASHVILLE PUSSY são a melhor banda de rock’n’roll do mundo (desculpem lá ó SUPERSUCKERS). Porquê? Podia ser só porque me apetece, mas não. O primeiro disco dos PUSSY, foi dos poucos em toda a história já longa da minha mais ou menos meia-idade nos meandros do rock’n’roll, em que aos primeiros acordes se pensa: porra é mesmo isto! Além do mais a banda é constituída por dois casalitos, sendo que a menina Ruyter Suys gosta de exibir os seus ligeiramente atraentes peitos, sempre meio descobertos. Ora a malta gosta é disto. Rock, mamas e pussy!
O concerto iniciou-se com “Speed Machine”, a faixa que abre o mais recente “From Hell…” e durou tanto quanto o tempo necessário para tocar mais 14 temas, sendo o apoteótico final protagonizado pelo tema “Goin Down”.
No final do show juntaram-se aos fãs e deram autógrafos. O Jeremy fazia 21 anitos e nunca mais o vi, assim como à moça das maminhas ao léu, pelo que só pude catar os autógrafos do Blaine e da Karen… melhor que nada, mas bom mesmo foi ver, ouvir e fotografar uma banda que adoro!
As fotos aí estão, bastantes até, se calhar demais. Durante dois dias andei com dores nas pernas, da peregrinação que fui fazendo durante a noite, ajoelhado tentando obter uma boa foto! Já não tenho vida para isto!
Boa Páscoa!

TSUNAMIZ e PRESS PLAY @ Musicbox

Originally posted 2015-02-04 00:16:02.

TSUNAMIZ e PRESS PLAY @ Musicbox, Lisboa, 10.09.2009

Oriundos das colinas que ladeiam o Tejo, emergindo das varias tribos nómadas que aí formaram acampamento, os Tsunamiz nasceram de costas voltadas para Lisboa, para o calor e arrufo da capital. Crestados pelo sol e pelo vento, estes jovens de fecundo poder criador optaram por manobrar a máquina e a electricidade, colocando-as em rota de colisão consigo mesmas, levar os dedos gélidos, os glaciares escaparates, do culto comodista a esmagarem-se a si mesmos com o seu próprio peso.
Não há motivos para os Tsunamiz: São um reflexo natural do actual estado de sítio adormecido. Dada a escolha, não hesitariam, também eles, em baixar armas perante a vida fácil, beber a ambrósia do capitalismo e aprender a manobrar o chicote da autoflagelação popular – Para apressar a descida aos infernos do ser, derradeiro propósito do Homem do sec. XXI. Como um todo porem, existem como reacção ao culto do dogmático e da superstição, um anticorpo contra a celebração da ignorância, rumo a sua mútua destruição. Não e sequer o asco que os move, e a ininteligível química de se ser quem se é.
Os Tsunamiz são a língua de fogo que há-de lavrar os campos, soterrar de vez os túmulos dos velhos profetas e por fim as suas póstumas incursões nocturnas pelas mentes incautas, a devastação que deve preceder um Novo Nascimento. Assim o exige a inocente, risonha sinceridade da lei natural das coisas.

In Myspace da banda

pp

March of Metal Fest I

Originally posted 2015-02-04 00:15:42.

Quando os STEPPENWOLF usaram no tema “Born to be Wild”, a expressão “heavy metal thunder”, jamais imaginariam que, neste nosso Portugal, também o viesse a haver, o HEAVY METAL, bem entendido.

Fez ontem uma semana (sim, a esta hora 3.11 da manhã já não é Sábado, é Domingo) que decorreu a primeira (digo primeira porque espero sinceramente que se repita por muitos e longos anos) edição da MARCH OF METAL FEST. Uma noite dedicada ao HEAVY METAL clássico (como se houvesse outro), todo sonorizado por bandas nacionais: LOSTLAND, ARTWORX, DAWNRIDER e MINDFEEDER. Os GARGULA não puderam estar presentes devido a problemas de saúde do seu vocalista, ícone no metal nacional e antiga voz dos saudosos ALKATEYA. Daqui vai o desejo de rápidas melhoras para o João.
A industria discográfica nacional, a “major” anda, naturalmente, muito distraída do panorama musical nacional. E não só na área do METAL. Por isso as “indie” vão fazendo o seu papel e editando bandas que, apesar do seu excelente som e da preserverança com que estão apostadas em manter viva a chama do METAL, muitas das vezes tocam apenas pelo gozo que isso lhes dá, sem que financeiramente atinjam níveis que por certo desejariam. Mas aí pode estar o interessante da coisa: tocar pela partilha, pelo prazer, pelo “amor à camisola”. E daí só pode sair efectivamente o que se sente, sem cedências a editoras, tendências, ou o que quer que seja, que demasiadas vezes avilta a pureza do trabalho dos artistas, seja qual for a área de onde são oriundos.
Para lá dos GARGULA, não tinha ainda ouvido, senão no “myspace”, nenhuma das bandas que iam mostrar a sua valia no palco do cine-teatro de Corroios, que há muito se tornou a capital da música mais pesada, que por cá passa.
Fui lá para fotografar e ouvir, já se vê! Estas são unha com carne para mim. E Por sugestão do João e aceite pelo Léo dos MINDFEEDER, tornei-me no “fotógrafo oficial” do evento. Espero não tê-los desiludido. O Léo foi o homem por detrás do festival, oficialmente, MINDFEEDER PRODUÇÕES e há que dar-lhe os parabéns, porque, de facto, a festa correu mais do que bem e penso que quem lá esteve não deu por mal empregados os 5€ que deu à entrada: foi muito por tão pouco.
As estrelas da noite eram os DAWNRIDER! Por imposições de calendário, digo eu, estes que deveriam subir ao palco em último lugar, trocaram com os MINDFEEDER que fecharam, e de que maneira, a festa do metal: a atitude que se espera de músicos que estão ao melhor nível, com momentos em que elementos das outras bandas presentes se juntaram em palco e o público que não desiludiu ninguém, acompanhando nos temas mais orelhudos e também a subir ao estrado para se juntar aos MINDFEEDER.
Do evento resultaram cerca de 3GB de fotos. Na Galeria 70-200 ficam mais de uma centena, que espero dêem uma, ainda que pálida, ideia do que por lá se passou. Escolhi as que gostei! E já sabem: não gosto delas muito certas. Eu próprio não jogo com o baralho todo, portanto…
Para mim foi um prazer muito grande!
Espero estar na próxima edição, seja a que titulo for!