MAMUTIS MUTANTIS

Originally posted 2015-02-04 00:18:35.

MAMUTE + MARBLES + DAWNRIDER NO MUSICBOX, 21.05.2009

Por aqui isto tem andado muito calmo…
De Guimarães já perguntaram o que se passa!
Há umas quantas histórias para terminar. As aventuras do Peres as lutas entre os Segomo e os Tutates nas estepes e ainda uma outra, a de Jimi de El Paso.
A fotografia tem-me ocupado grande parte do tempo, entre a captura e a edição das imagens. Além disso estou a mover a antiga galeria, aos poucos, para o novo formato.
Como a actividade fotográfica se tem centrado na fotografia de concertos, é disso que tem vivido o site, o Myspace e o Flickr.
Contudo, aqui nada fica pendurado, pelo que as histórias hão-de todas ter um fim.
Continuando na esteira do Rock’n’Roll, no dia 21 estive novamente do Musicbox, para assistir ao lançamento do segundo CD dos DAWNRIDER, que tiveram como bandas de suporte, chamemos-lhe assim, os MAMUTE e os MARBLES. Tudo bandas que se movem na área do Stoner Rock, Metal, Psicadélico e Blues, com influências muito próximas.
Para variar (mesmo) cheguei atrasado ao evento, pelo que já mal pude assistir à actuação dos MAMUTE. Os MAMUTE são um duo, guitarra e bateria, a seguir mais de perto num futuro próximo. Estão próximos dos BLACK SABBATH, praticando um rock primitivo e duro. Fiquei com a ideia de que um baixista, daria mais volume ao seu som, mas eles é que sabem…
Já os MARBLES deu para ver e fotografar do princípio ao fim e a mim, que não sou nem pretendo ser crítico musical, deu-me a ideia que o género lhes dá para o STONER. E muito bem, por que eu gosto… Fiquei maravilhado com a banda. Espero que continuem no bom caminho, que é o caminho das pedras. Quem não gosta, pronto, temos pena!
Os DAWNRIDER apresentaram o seu mais recente trabalho. São uma banda da área do METAL do género CATHEDRAL, o que a mim muito me apraz. Gosto do som da banda e o novo trabalho vem na esteira do primeiro, alternando ritmos lentos com outros mais cadenciados e rápidos.
A noite foi proveitosa. As fotos ficam na galeria ROCK PHOTOS, como não podia deixar de ser, e acedem daqui clicando nas fotos, depois procuram!
See ya!

MOONSPELL na Carbono

Originally posted 2015-02-04 00:17:54.

Sessão de autógrafos dos Dark Lords nacionais

O fim de semana passado foi curtíssimo. Apesar de ter tido dois dias como todos os outros fins de semana, foi muito condensado! O fim de semana só teve sábado, o qual começou às 17 horas e terminou às 7 horas do dia seguinte, já com a cabeça um pouco pesada, direi mesmo meio… coiso! Não façam perguntas que eu não respondo… por mim!
Bom, adiante.
O último dos artigos publicados aqui na casa intitula-se “Estou em conflito”. Presumo que tivessem cogitado estar abasurdido com aquelas duas rodas que giram em sentido contrário, enquanto balançam o corpo como que possuídos por autismo.
Pois é, nem sempre aquilo que sai, entra convenientemente no intelecto dos leitores (os dois ou três que por aqui passam ao engano), porque mal explicado.
Ora o conflito estava relacionado com a ocorrência de acontecimentos importantes em simultâneo, pelo que não tendo eu, como o todo poderoso, o dom da ubiquidade, tinha que me decidir entre estar nuns e faltar a outros daqueles eventos. Senão vejamos:

  • 17 horas: sessão de autógrafos pelos MOONSPELL na discoteca Carbono, na Amadora (bom, quem diz 17 diz 18.30);
  • Concerto às 22 horas dos ditos MOONSPELL na Amadora;
  • Concertos de SEAN RILLEY AND THE SLOW RIDERS, THE PROFILERS e X-WIFE, às 22.30 em NEGRAIS terra de bom bácoro.

A coisa não estava fácil…
Tudo acabou por acontecer da seguinte forma:
Às 17 horas (quem diz 17 diz 18.30), fui até à Carbono fazer reportagem! Algo que agora então vos reporto.
Chegado à loja às 17 horas, bem 17.10, já pequenos e graúdos se amontoavam dentro e fora da Carbono para colherem o seu tão apetecido autógrafo, de uma das bandas do dark metal (ou o que quiserem) que tem levado o nome de Portugal por esse mundo fora e que em breve irá estar em digressão pelos EUA (sim aqueles onde o cowboy mandava), De tudo havia para autografar: discos, posters, livros, guitarras, flyers, desenhos, qualquer coisa onde se pudesse escrever.
E pronto, lá fui fazendo uns bonecos aguardando para o final que a banda me autografasse o seu último registo “Night Eternal” e posasse comigo para o Luís nos fazer um retrato.
Estava assim, cumprida uma parte do dia, que ia ser longo, muito longo.
Havia agora que decidir entre ir ver e fotografar o concerto dos MOONSPELL e ir a Negrais jantar e assistir e fotografar. Também, o “Negrais Fest”.
Às vezes é necessário tomar decisões difíceis, que podem alterar para sempre o rumo da nossa existência. Consultados os oráculos domésticos decidiu a malta que queria leitão em Negrais e uma coisa mais leve para a digestão, do que os MOONSPELL. E pronto, Negrais com eles todos.
O que se passou em Negrais será tema do próximo artigo. É que ainda não tirei a mochila do equipamento do veículo automóvel, pelo que ainda nem vi o resultado de uma noite de fotografias, onde, aliás, encontrei o Fábio Teixeira, grande e jovem fotógrafo da nossa praça.
See ya!

Comboio de mercadorias

Originally posted 2015-02-04 00:11:53.

BrandNewSin-RecipeForDisaster-FrontStress! Moderno, socialmente aceitável, doença de estratos sociais acima do remediado. Não ter stress não é um bom indicador. Significa que não trabalha o suficiente (fora de horas, quero dizer), que o seu patrão ou superior hierárquico não lhe esmigalha suficientemente o juízo durante o dia, com perguntas idiotas e negligências tansformadas repentinamente em urgências desmesuradas cuja inexecução de forma imediata, sem questões nem observações, determinará, sem mais, o fim do mundo tal como o conhecemos (pelo menos para si).
Em todas as organizações militam idiotas que podem em, qualquer altura, pedir-lhe para executar o tal relatório que anteriormente lhe tinham dito que não devia, em absoluto, elaborar-se, caso contrário isso podia acarretar consequências, nefastas já se vê, para a sua (já) miserável carreira! A cena tem, normalmente, tendência para se repetir, ciclica ou insistentemente. Isto provoca stress. Logo, mesmo que o seu vencimento seja miserável, você sente-se bem: tem stress. É “in”. E vai ao médico (de clinica geral e da Previdência que depois de perguntar se está tudo bem, aconselha o neurologista que, por seu lado, lhe manda aviar uma receita de ADT (do mais forte para começar, depois com o tempo logo se vê). E já está: baixa por doença e lá se vai a produtividade do país às urtigas! Fica, com o tempo e a medicação, com sérias probabilidades de se tornar o zombie número um da sua empresa.
Eu tenho stress, (não vão pensar que sou algum indigente que nem ganha para comer) e tomo ADT e outros! Já ultrapassei a fase zombie (foi do melhor: “quem?”, “aonde”?). Durante todo o processo fiz, contudo, automedicação que me ajudou a superar e agora me sustenta a leveza do ser e o fardo do dia-a-dia. Aliás, faço-a desde muito novo. Desde tempo imemoriais (sempre quis usar esta expressão) que o faço, por isso não tenho a mínima ideia de quando comecei! O que sei é que este medicamento me faz sentir bem.
Tive sempre propensão para medicamentos desta natureza, apesar de ainda não o saber quando ouvia o Nelson Ned na Rádio Altitude da Guarda!
100 a 150 batidas por minuto, actuar no escritório (às vezes no carro) perante uma audiência imaginária, com o polegar e o indicador direitos (salvo no veículo em andamento, por razões de segurança) faíscando no fémur, também ele direito, reduz -me drasticamente os níveis de stress (chega a cansar, tal a entrega, mas é um cansaço saudável).
O medicamento antistress a que numa das últimas autoprescrições me obriguei foi este “Recipe for Disaster” dos Brand New Sin. Uma espécie de comboio de mercadorias que passa a toda a velocidade com o seu som estridente, galgando quilómetros sem dó nem piedade e sem que alma alguma deste mundo consiga pará-lo: “Whoa God help me, I’m like a runaway train and there is no turning back”. É de tal ordem que o número de tomas (e estou a tomá-lo agora) chega a ser de várias ao dia.
Recomendado para stress e doenças do foro mental.
“Hell yeah!”

Jardim de prazeres proibidos!

Em muitos locais do nosso apostólico cantinho, em virtude do almoço de Domingo, que reúne a família e não dá tempo para práticas religiosas, vai-se à missa ao Sábado. Para a prática do culto, usam-se catedrais, igrejas, capelas e barracões pré-fabricados. Tudo serve para endereçar as preces ao Altíssimo, desde que imbuídos da convicção de que as mesmas não caem em saco roto, que serão ouvidas e terão resultados.