Take My Body este Natal

Take My Body este Natal

Take My Body

Encontra-se já no mercado, “Take My Body”, um fotozine editado pela Hugglybooks em papel reciclado de 150g, com algumas das imagens que constituem a série realizada em 2013. A edição é limitada a 50 exemplares, numerados e assinados pelo autor, 20 dos quais em edição de colecionador. Esta é acompanhada de uma imagem (que não consta do fotozine) impressa em papel Hahnemuhle Photo Rag de 308g.
A publicação está à venda na Mercearia de Arte, em Coimbra e pode, também ser adquirido clicando na imagem ao lado, com oferta dos portes de correio (Portugal continental).
Podem também adquirir o fotozine no Photobook Club Lisboa, que se realiza todas as primeiras sextas-feiras de cada mês, na Cowork Lisboa, Rua Rodrigues Faria 103, LxFactory – Edifício I – 4º Andar, Lisboa, com desconto de 10% na edição de colecionador.
Um abraço e até sempre.

Ficha Técnica:
título | take my body
autor | arlindo pinto
dimensão | 23×31 cm
número de páginas | 26
editor | Hugglybooks black scrapbook editions
pvp | 25 euros edição de colecionador | 10 euros edição regular
edição limitada a 50 exemplares | numerados e assinados pelo autor
ISBN | 978-989-98696-3-9

Look at the trailer…

Lançamento de Take My Body

Lançamento de  Take My Body

Capa de Take My Body
Capa de Take My Body

Em 2013 produzi uma série fotográfica dedicada, designadamente, opinião minha, à desconstrução do nu masculino e à forma como este é, em regra, apresentado na fotografia, seja ela clássica ou contemporânea (e não vamos discutir o que é ou não é contemporâneo). Mas a linha do trabalho desenvolvido e terminado no final daquele ano, tinha outra preocupação: contribuir para a aceitação do corpo tal como ele é, discutindo e colocando em crise a ideia do modelo corporal da antiguidade greco-romana e da cultura judaico-cristã. No primeiro caso o modelo dos deuses, no segundo o modelo de Deus, encarnado em Cristo e secularizado, dir-se-ia, pela primeira vez (para evitarmos delongas) no autorretrato do pintor alemão renascentista Albrecht Dürer, datado de 1500.
A série resultou de um workshop de um ano orientado pela fotógrafa Susana Paiva.
Cito aqui retirado do “Artist Statement” da série, que designei de Take My Body (Tomai o Meu Corpo) assenta na desconstrução do modelo clássico do nu masculino, dos corpos graciosos, calvos ou imberbes. É um exercício de auto-exploração, escuro, animalesco, primário.
O homem não definido como um ser belo, refinado ou poderoso, mas resumido aos seus desejos instintivos e à necessidade humana básica de sobrevivência.
Partilha da intimidade física e exposição da obscuridade que permanece no interior do corpo.
Pretende inspirar pensamentos sobre nós mesmos e sobre a vulnerabilidade do artista relativamente a cada espetador e questionar a relação que temos com o corpo, como nos relacionamos com a nossa intimidade.
Retirar do corpo a carga emocional e estereotipada do “glamour” a que se encontra sujeito e contribuir para a aceitação do corpo masculino enquanto tal.
TOMAI O MEU CORPO pretende ir ao encontro dos humanos que se questionam sobre a beleza exterior do corpo e podem encontrar nestas imagens a aceitação do seu e das emoções que ele desperta ou que jazem no seu interior.
O trabalho colheu influências de nus de Bill Brandt e André Kertész.
Após um curso de verão no AR.CO, com o professor Sérgio Mah, sobre a concecão do livro de fotografia, surgiu o fotozine que no dia 1 de Novembro apresentarei em Coimbra na Mercearia de Arte Alves & Silvestre e que traz ao formato impresso algumas das imagens que constituem a série. A edição de colecionador é acompanhada de uma fotografia extra fotozine, impressa em papel Fine Art Hahnemuhle Photo Rag de 308g com as medidas 297x210mm, numa edição da Hugglybooks.

lançamento de take my body

 

O Lançamento de Take My Body está inserido na 2ª Feira do Livro de Autor, organizado pela Mercearia de Arte Alves & Silvestre, pelo Photobook Club Coimbra e pelo THE PORTFOLIO PROJECT, em Coimbra.
Se passarem por Coimbra nesse dia, às 20h estaremos todos na mercearia.
Um abraço.

título | take my body
autor | arlindo pinto
dimensão | 23×31 cm
número de páginas | 26
editor | Hugglybooks black scrapbook editions
pvp | 25 euros edição de colecionador | 10 euros edição regular
edição limitada a 50 exemplares | numerados e assinados pelo autor
ISBN | 978-989-98696-3-9

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Underground Maters

Underground Maters

No IMAVIZ UNDERGROUND passam-se coisas! Boas… Uma das lojas “sui generis” que podem encontrar por lá, é a “El Pep books”. Dedicada, fundamentalmente à banda desenhada, mas também à fotografia, tem ao lado uma pequena “galeria” onde atualmente estão expostas obras fotográficas de autores muito pouco conhecidos, que fazem parte de um coletivo que dá pelo nome de “MEMENTO MORI” (lembra-te que tens que morrer) e que nem sequer compareceram na abertura ou na conversa que teve lugar no dia 11 deste mês no local, sobre a dita exposição. Quase todos os autores, sendo portugueses ou de ascendência portuguesa, estão fora do país.

A coletiva tem a adequada e ambivalente designação de UNDERGROUND MATERS.

Uma vez que a fotografia está lá e com uma excelente presença, os autores não são mesmos necessários, salvo para produzirem novos trabalhos. À mão estão uma pequena biografia e o “statement” relativo às obras expostas, de cada um dos autores. Coisa semelhante só tinha ainda visto na música por parte dos Residents, que não se deixam ver por nada!

O “vazio” criado pela ausência física dos autores, adensa a curiosidade e o seu desconhecimento, a honestidade da crítica. Cosima Breier, José Carlos Galhardo, Henrique Môller-Dias e Maria Krejci apresentam trabalhos tão díspares, quanto a riqueza estética que lhes subjaz. Costumava dizer-se (tomando isso como certo) que “uma imagem vale mais do que mil palavras”. Neste caso ter-se-á por bom e, assim, sendo, por aqui se fica a prosa, deixando um convite para passarem pelo velhinho IMAVIZ ali na Fontes Pereira de Melo e tomarem boa nota do que por lá se passa, na galeria da “El Pep books”.

Entre, Entre
Entre Entre, de Henrique Moller-Dias
Arlindo Pinto fotografia
Guiné 72, de José Carlos Galhardo
Arlindo Pinto fotografia
Leeway, de Cosima Breier
Dromologia, de Maria Krejci
Dromologia, de Maria Krejci

PHOTOBOOK Club Witkin e eu

Será um PHOTOBOOK Club Witkin e eu

Photobook Club 4.04.2014A próxima sessão do PHOTOBOOK Club Lisboa terá lugar no próximo dia 4 de abril, entre as 19h e as 20h30, na CoworkLisboa,  LX Factory ( Evento no Facebook).

Desta vez está em cima da mesa, o livro editado em 2012 em França pela Delpire sobre a obra de Witkin, com o titulo de “Witkin“.  Além das fotografias publicadas, há detalhes, páginas de desenhos, esboços preparatórios e um texto, Crazy about Christ, de por Eugenia Parry, que tem como objetivo dar pistas, se não diretrizes para o trabalho do autor. Em 2013 foi editado An Objective Eye, um novo filme/documentário sobre Witkin. Vale a pena ver. Para os interessados aqui fica o trailer:

Em cima da mesa estará também o meu projeto “Tomai o Meu Corpo” , que há tempos atrás aqui divulguei e roda por aqui.  Serão apresentadas fotografias inéditas do projeto e o “livro objeto” criado para apresentação do trabalho em dezembro de 2013.

A missão do Photobook Club é promover o livro de fotografia enquanto forma particular de discurso fotográfico, convidando fotógrafos, galeristas e editores a apresentar os seus livros de eleição.
O PhotoBook Club Lisboa é uma organização conjunta do THE PORTFOLIO PROJECT, da IMAGERIE e do COWORKLISBOA, dinamizado localmente por mim próprio e pelos fotógrafos  Magda Fernandes, Mário Pires, Susana Paiva e pelo designer Fernando Mendes, tendo como objetivos a promoção, reflexão e discussão em torno do livro de fotografia.

Todos os meses o PHOTOBOOK Club Lisboa elege um livro de fotografia que apresenta publicamente, numa sessão de entrada livre e gratuita nas instalações do COWORKLISBOA, na LX Factory.

As sessões tem lugar na 1ª sexta-feira de cada mês, entre as 19h e as 20h30, entrada livre.

COWORK LISBOA | Rua Rodrigues Faria, 103, LX Factory, 1300-501 Lisboa, Portugal.

Quod homo post crucifixionem

Quod homo post crucifixionem

Diz-se que Jesus Cristo foi crucificado pelos romanos, depois de lhe ser entregue para tanto pelos judeus. Há quem diga que a crucificação era um costume Persa.
De uma forma ou de outra e após mais de 2000 anos, o Homem é irrevogavelmente e de forma cruel e persistente crucificado.
Até quando?

*

It is said that Jesus Christ was crucified by the Romans after him be delivered for that to the Jews. Some say that the crucifixion was a Persian custom.
In one way or another and after over 2000 years, man is irrevocably, cruel and persistently crucified.
Until when?
Quod homo post crucifixionem

Fotografia: Arlindo Pinto
Modelo: Clem Ferreira
Maquilhagem: Abigail Machado

O projeto Take My Body

O projeto TAKE MY BODY

Em 2013 estive envolvido num workshop de fotografia subordinado ao tema : “O que farei com esta imagem?”. O projeto inicial passava por desenvolver uma ideia que não teve condições para tanto.
Depois, aquele que foi apresentado e disso aqui demos conta, como o projeto “TheNakedHairyPhotographer” transformou-se n’ o projeto Take My Body, uma visão descomplexada do corpo humano e da relação que temos com o mesmo.
20 das fotografias que compõem o projeto estão já online aqui: https://arlindopinto.com/fine-art/take-my-body/
Se clicarem nesta fotografia também vão lá ter.o projeto TAKE MY BODY

Desde “arrojado” e “belo” a “dialeto incompreensível”, o projeto Take My Body já recebeu alguns epítetos “interessantes”. Uns fundamentados outros nem tanto (e por isso sem validade).
As imagens foram divulgadas em primeira mão pela rede StudioVox de Los Angeles, EUA e posteriormente através do The Portfolio Project, no mês da fotografia em Sofia, Bulgária.
São agora divulgadas aqui.
Tenham um bom 2014.
Um abraço!

Centenário de Álvaro Cunhal

Centenário de Álvaro Cunhal

No centenário de Álvaro Cunhal aqui deixo um retrato do dito e de dois outros prováveis lutadores da liberdade, numa espécie de conversa a quatro: eles os três e eu! Não atribuo conotações politicas à fotografia, esta fotografia, por que o que nela me atrai não é a politica, mas antes a estética que lhe subjaz e as relações criadas entre os personagens entre os quais se pode incluir o fotógrafo, o qual Álvaro Cunhal traz descaradamente à conversa. Uma conversa sobre o futuro!

Álvaro Cunhal nasceu em Coimbra, na freguesia da Sé Nova, filho de Avelino Henriques da Costa Cunhal, advogado de profissão, republicano e liberal, e de Mercedes Simões Ferreira Barreirinhas Cunhal, católica fervorosa

No centenário de Álvaro Cunhal

Mois Europeen de la Photographie à Sofia

O meu último projeto “TOMAI O MEU CORPO“, que aqui há de aparecer está já em Sofia, Bulgária, no Mês Europeu da Fotografia. Dêem uma espreitadela aos projetos presentes.
My last project “TAKE MY BODY“, it is already in Sofia, Bulgaria, at The European Month of Photography. Take a peek at the projects included.

THE PORTFOLIO PROJECT | Mois Europeen de la Photographie à Sofia | 2013.

De 18 a 29 Novembro 2013 | VIVACOM Art Hall | Sofia | Bulgária
THE PORTFOLIO PROJECT participa no Mês da Fotografia, em Sofia com apresentação de diversos projectos individuais e colectivos.
Projectos individuais
ANA CATARINA PINHO | Broken Ground
SUSANA PAIVA | Electronic Landscapes
LUÍS PINTO | Hope + The value of manual labour
ROSA REIS | Cumplicidades
ARLINDO PINTO | Take my body
JOSÉ MORAIS | Jardim
ANA PEREIRA | Cenários de uma República + O mundo das pequenas coisas – imagens de um presente em pausa
RICARDO FIGUEIRA | À la poursuite du désir
JORGE PEDRA | Blur over the sky and ground + Urban Walls
BRENDA TURNNIDGE | Mould Art
Projectos colectivos
MUSEU | modos de usar
Feito em parceria com o MUSEU NACIONAL MACHADO DE CASTRO, em Coimbra
SUSANA PAIVA | Hiato – entre nós todo um universo
CATARINA ALARCÃO | Os espaços
BRENDA TURNNIDGE | Where two world meet – Angels, Saints and Monks in waiting
CARLOS GOMES | Invisível movimento
HUGO COSTA MARQUES + ÂNGELA VARGUES | Inter(no)
Projectos especiais
Quando olho o palco vejo todo um universo
(Reflexão sobre o território da Fotografia do Espectáculo, realizado no âmbito do projecto ESCOLA INFORMAL DE FOTOGRAFIA DO ESPECTÁCULO)
CARLOS GOMES | (in)animated scenes
HUGO COSTA MARQUES | Móbil
LUÍS LUCAS PEREIRA | HUMAGINARIUM

Mais informações sobre o Festival em
mephotosofia.wix.com/emps

How did I get into photography

TvShots

How did I get into photography

One of these days an art critic asked me how I did I became interested in photography! It is one of those pocket questions for which we think we have the answer on the tip of the tongue, but it is sometimes more difficult than it seems. Of course we all know the answer. Usually, “is a passion that awakened early”, because a family member liked or like to photograph, because we want to immortalize moments, give voice to certain causes, make known beauties and horrors, etc..
How was it with me? How did I get into photography?
As a child I have been just bitten by the bug! Just after been bitten by it, I became interested in photography as the child that all photographers should be: the curious look in the ceaseless discovery of what we look at, but we don’t truly see. The willingness to see reality in a different way, the one that is only visible as a product of the photographic camera. For example, the time shown in the picture (recorded movement in the form of a “blur”) is provided only in photography. My live music photos or the Threads of Life series are for me the best examples. This is something that captivates me, it always surprises me and only photography can give me!
The bug stung me when I was about 7 years, more or less. In fact, don’t know why and it just doesn’t matter, someone offered me a bireflex camera. I don’t even knew what it was and never got any picture with it. But I liked to see through it! It was a toy. It disappeared in time. Psychologically this “toy” that stood between me and reality may ultimately constitute a defensive line of mine “I” before the world.
I think this is my biggest interest in photography: to be my defense of others and, simultaneously, the form of revealing mine I to the world! Contradictory? Perhaps. “ Living is to be in contradiction ”, said Sarte, therefore I do not worry about it.
While adolescent without means to buy a camera, I photographed with borrowed compact cameras. For a long time I was a “seasonal” photographer with a Yashica Electro 35 G.
I photographed on holidays, especially family and one or another photographic adventure! Only much later age and recently in time (1999) I was able to buy my first SLR in 2003 and make first professional photography course and a photographic aesthetics course at Oficina da Imagem. Then I saw the cosmos and I began a journey in which I could put into practice some ideas, attending workshops and other courses and devote more time to photography. I don’t identify myself in traditional photography. I look for alternatives.
Basically, I do not take pictures, I like to do them!

Os Lábios de volta

OS LÁBIOS

Os Lábios de volta às lides de palco enquanto gravam o seu novo álbum. A banda apresenta-se a 20 de Julho na Malveira, no âmbito da Semana da Juventude de Cascais. Esta será uma oportunidade única para ouvir alguns dos novos temas em primeira mão. Um espetáculo a não perder! No dia 21 de julho tocam na sua terra natal: Negrais, terra de bom leitão!

Sobre esta fotografia: numa sessão de 90 minutos, esta foi obtida às  23h55m39s. Foi a última!

About this photography: in a 90 minute photoshoot session, this one was achieved at 23h55m39s. It was the last shot!