NORWEGIAN SKY 9

Arlindo Pinto | “Nowergian Sky 9” O que mais intriga o autor Arlindo Pinto neste livro, é acima de tudo a identidade. Dos locais, das pessoas, dos objectos, dos olhares. Antes de tudo, porque ele sabe que é preciso estar próximo daquilo que se pretende fotografar.  O anonimato do fotógrafo, depois da noção da descoberta, desaparece. No fundo, como numa das fotografias que aqui encontramos, a identidade das sociedades e daqueles que a criam todos os dias, é um jogo de xadrez. O jogo da vida. Mas, como escreveu um dia Isaac Asimov, “Na vida, ao contrário do xadrez, o jogo continua após o xeque-mate”. As imagens de “nowergian sky 9” apenas confirmam que, entre ruínas e memórias, a natureza sobrevive a tudo em qualquer lugar do mundo. É essa a verdadeira identidade que o autor buscou. E encontrou nas suas fotografias.

ARLINDO PINTO | HOPE

“HOPE” é uma narrativa centrada na viagem de uma rapariga. Esta, apesar de tudo o que constata no que a rodeia, tem ainda esperança na humanidade. Uma humanidade que se aniquila. Mas que também se reinventa, num mundo que constrói, destrói e reconstrói a todo o momento.
Sentimento contraditório de quem não se sente seguro na incerteza do mundo em que vive, considerando a história da própria humanidade aparentemente destinada a repetir-se indefinidamente. fotografado  em  BerlinSachsenhausenLisboa.

TAKE MY BODY

“Take My Body” assenta na desconstrução do modelo clássico do nu masculino, dos corpos graciosos, calvos ou imberbes. É um exercício de auto-exploração, escuro, animalesco, primário.O homem não definido como
 um ser belo, refinado ou poderoso, mas resumido aos seus desejos.

 

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