A minha vida num mar de fantasmas

Relógios

Vivemos realmente o tempo, ou ele foge-nos por entre os dedos? O relógio condiciona inexoravelmente o nosso quotidiano. Voluntariamente ou arrastados, vivemos o dia-a-dia com “falta de tempo”, recorrentemente verbalizando que “tempo é dinheiro”. Contudo, desaproveitamos tempo e perdemo-lo efectivamente, extraviados num mar de superficialidades, apanágio da “vida moderna”, das grandes cidades e das catedrais do consumo. Também sabemos que o “tempo foge”, que não se regenera, que jamais poderá inverter a sua implacável marcha…



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