Belo e merecido destaque televisivo do teu trabalho!
Não pude comparecer à inauguração – até para dar um abraço também ao amigo Luís, que, decerto, abrilhantou o ambiente nas seis cordas -, mas hei-de dar um salto ao local.
Ontem foi tempo de balanço, hoje é tempo de recomeçar, ainda que um pouco toldado pelo álcool. Um recomeçar com dia e hora marcados, como se a vida de cada um dependesse deste novo ano para enxergar um novo impulso, como se as datas fizessem qualquer diferença.
Revelação surgida do finito núcleo solar,
recém caído na distante linha do horizonte longínquo.
Um verão glaciar de planetas sobrepostos,
miríade de selvagens apocalípticos,
monstros estranhos às portas orientais do reino.
DOYLE BRAMHALL II não carece de apresentações: é dos melhores de sempre, tocou e toca com os melhores de sempre, p. ex. ERIC CLAPTON ou ROGER WATERS. Passou com este pelo Pavilhão Atlântico, juntamente com outro monstro da guitarra eléctrica que já tocou com tudo e todos: SNOWY WHITE.
DOYLE acompanhou CLAPTON no seu “Me and Mr. Johnson”, apesar de, à altura, nem sequer conhecer ROBERT JOHNSON (pasme-se!).
Tal como já tinha dito, as fotos resultantes dos curtos 30 minutos de nu feminino que pude realizar há uns dias atrás, estavam na incubadora. Vêem hoje a luz do dia, ou antes, a do monitor.
Sim, adorei a tua exposição, optima reportagem eas fotografias…bela inspiração
Bjs
jufaria
Belo e merecido destaque televisivo do teu trabalho!
Não pude comparecer à inauguração – até para dar um abraço também ao amigo Luís, que, decerto, abrilhantou o ambiente nas seis cordas -, mas hei-de dar um salto ao local.
Grande abraço
João
Adorei!! Muitos Parabens pela cobertura televisiva. E tu… bem … estas muito charmoso
Beijos.