Galiza e Portugal, uma só nação!

On 2011/03/21 by Arlindo Pinto

Portugal e a Galiza estão ligados por factores culturais, geopolíticos e económicos. “Galegos e portugueses fazem parte da mesma nação cultural, até ao ponto de que um estudioso do facto nacional na Europa ocidental, como o italiano Salvi, autor de “Le nazioni proibite”, estima que a Galiza é uma das “false nazioni” da Europa. Para Salvi, Galiza é uma falsa nação, porque não é uma das que ele chama nazioni proibite, quer dizer, não é daquelas nações que não conseguiram constituir o próprio Estado nacional sobre alguma parte do seu território, pois a nação galego-portuguesa, na sua prolongação portuguesa, sim conseguiu dar-se um Estado, embora parte do seu território inicial (o território da actual Galiza) faça parte do Estado espanhol e, portanto, sem Estado próprio”. Xavier Vilhar Trilho

Talvez, a sul do Douro, esta questão não se equacione sequer, convencidos ou ignorantes, que somos das nossas raízes históricas e dos laços que nos unem com o povo a norte do Minho. Tão esquecidos que admitimos serenamente, tal qual um rebanho obediente às ordens do pastor ou aos avanços do canito sentinela, que traçam o caminho que as ovelhas dóceis devem seguir, sem pensar, sem indagar, que nos conformamos com as incursões espanholas de que paulatinamente vamos sendo alvo, prestes a tornar-nos uma colónia castelhana. No entanto, o Norte do país tem investido e tornado efectiva a ligação entre os dois territórios, nomeadamente através de colaborações conjuntas nas áreas cultural e científica.

“Nós, os portugueses, podemos dizer que, da Galiza, o seu cerne, a sua essência, está em Portugal, e que não temos medo de chamar Galiza a todo o Norte do nosso País, que as coisas são como são, por muito que pese aos espanhóis.” José Chão Lamas

Os portugueses em geral, são uma massa amorfa que permite tudo a todos, designadamente, aos seus governantes, por mais que lhe aumentem os impostos, ou diminuam as garantias e até atropelem direitos constitucionais. Não é de admirar que além de permitirem, com subserviência até, as investidas espanholas na área do comércio, com resultados desastrosos para o comércio genuinamente português, não se interessem em saber que ligações existiram, existem ou poderão existir entre Portugal e Galiza.

Mas, “nós, os portugueses, os que nos fazemos perguntas acerca destas coisas (só quem fizer as perguntas dará com as respostas; em saber perguntar, pesquisar, está o segredo da sabedoria e do conhecimento), pensamos que a Galiza é uma região espanhola que vêm caindo por cima de Portugal e na qual as pessoas falam um linguajar deturpado e feio como um espanhol com muitas palavras portuguesas, e onde as pessoas do povo entendem os portugueses e não têm essa atitude anti-portuguesa que se dá nos espanhóis quando o homem (ou mulher) português não é um iberista. Mas isso não é a Galiza, é somente uma parte da Galiza. A Galiza é na realidade grande parte de Portugal, de Santarém para cima, é aí que chegava o velho reino da Galiza. Haverá por acaso algo mais galego do que Braga, capital da Galiza romana, do reino suevo, da Igreja da Galiza? Lugo e Santiago sempre agiram por delegação do “verum caput” Braga, durante doze séculos a cabeça, e que por isso mesmo é ainda a cidade primaz de Portugal.” José Chão Lamas

A história diz-nos que “… ao emancipar-se a Galiza bracarense do império espanhol, aquela Galiza sueva tam altiva como compacta antes da Reconquista e despois da Reconquista, ficava, por dizê-lo assim, dividida por metade. Ou a Galiza lucense devia seguir a sorte da bracarense, ou impedi-lo a todo o transe, pois ficando afecta à monarquia espanhola, sobre ficar incompleta, ficava excêntrica, fora do seu assento moral e dos seus interesses de raça. De tolerar-se a separaçom do reino de Portugal, reino nascido e formado na Galiza bracarense, devemos ser portugueses antes que espanhóis, porque a emancipaçom da Galiza bracarense da Coroa de Leom e Castela significava o triunfo perfeito da nobreza sueva sobre a nobreza goda…” Bento Vicetto

Também na área da música popular, os músicos têm veículado a união existente entre Portugal e Galiza, reivindicando e fortalecendo as ligações entre os dois povos. São frequentes as referências a Portugal, à sua cultura e aos pontos de contacto entre as duas (?) culturas. Os Resentidos, Siniestro Total e, mais recentemente, A Banda de Poi, são exemplos desse sentir.

Hoje fica aqui um tema do primeiro disco d’ A Banda de Poi, que pela primeira vi em Vilar de Mouros. Nos Links (148) podem encontrar links à banda e à problemática “Galiza e Portugal, uma só nação!”.

Para que se entenda melhor o tema que podem ouvir, fica aqui a letra, para cantarolarem:

kommies

Kommies kommies kommies kommies

Som uma ameaça os kommies comunistas

Acaba con eles anti-sionistas

Som o eixo do mal o grande satán

A sua cor é vermelha moran no indostám

Kommies kommies kommies kommies

O nosso problema e o kommie teimoso

Nom quer entender o nosso negócio

Chegar a um país matar e vencer

Vender o armamento e ficar có poder

Kommies kommies kommies kommies

O che e o alhende

Os inoçentes do 36

Na galiza alexandre e daniel

Em portugal no tarrafal

Jesús e ghandi

E o povo unido adiante

Kommies kommies kommies kommies

O nosso sistema tém grandes ventajas

Sacamos o ouro ficamos coas gajas

O “neo-kommie” consume filmes hamburguesas

Garrafas de cola bombas japonesas

Kommies kommies kommies kommies

E muito importante que o kommie comprenda

Que é um terrorista se defende a terra

Preciso é ensinar ao kommie a pensar

A moda texana no nossos “think-tanks”

Kommies kommies kommies kommies

Liberdade!!!

26 Responses to “Galiza e Portugal, uma só nação!”

  • Rafael Gonzalez, ninguém diz que os galegos deixarão de ser galegos mas uma coisas é certa, estando sob domínio espanhol deixarão de o ser.

  • Galiza foi inhorada durante seculos, por Espanha. Éramos maô de obra Inhorantes e catetos.
    Éramos mías entendidos po-los Portugueses, sobre todo do Norte, que polo resto do estado Espanhol.
    Mías como Galego, me sinto tajen diferente, e defendí a Independencia ou federación cos estados Portugues e Espanhol.
    Por sorte ou por desgraza, estamos condenados a entendernos.
    Por supuesto que defendo a autodeterminaçom da Galiza, Euskalerria, Catalunya, Andalusia,…
    Pero por separaron non somos nada. Unha confederación Iberica, seria maíz eficaz pra os interés de todos.

  • HOLA A TODOS
    eu sou galego e falo a minha lengua tamen, eu sou de ourense….MAS NAO QUERO SER PORTUGUES, NUNCA, EU QUERO SER ESPANHOL, ESPANHA E A MINHA PATRIA, E DESPOIS GALIZA, E MELHOR QUE OS PORTUGUESES UNAN SE A ESPANHA EM UN SO PAIS….VIVA ESPANHA, VIVA O REY DE ESPANHA, VIVA A BANDEIRA ESPANHOLA, VIVA GALIZA E VIVA O GALEGO E O CASTELAN

  • Carlos Eiras,

    Efectivamente e pragmaticamente enquanto os galegos insistirem numa aproximação só ao Norte de Portugal, será sempre em vão, terão de entender que um país como Portugal sempre foi uno do Norte ao Sul, passando pelas ilhas dos Açores e Madeira, ou seja a estratégia galega está errada desde o início e morre na praia, justamente porque os galegos ainda não entenderam esse facto.
    Quando os galegos comecem a falar com Lisboa, aí o caso já mudará de figura porque terão a atenção de todos os portugueses e talvez então comece a criar-se de facto uma onda daqui para lá.

  • Bon día a todos

    E ben certo que a historia separou Galiza de Portugal, mais tamen e certo que alguns de nos gostariamos de achegarnos moito mais a Portugal, especialmente ao norte. Os galegos para salvaren a sua cultura e lingua necesitan de Portugal, mais a castelanización de Galiza foi moi forte nos derradeiros seculos e nom vai a ser doado.
    En resposta a Lusofono digo que no seu berce Galiza e Portucale eran a mesma cousa e foi uma desgraza, especialmente para os galegos, a división que fez o rei Afonso VI no ano 1095 en dous condados do vello reino de Galiza, unidos seriamos mais fortes.
    A Madrid gostaria que Galiza esquecera Portugal e alguns galegos intentamos recuperar o contacto, e seria bon que en Portugal se falara moito mais de Galiza, a sua cultura, musica e persoas porque isto conven a portugueses e galegos; poren todo isto vai levar tempo.
    como lle comentei fai pouco a un portugués no castro de briteiros a lingua galega non esmorecerá mentras exista Portugal.
    unha forte aperta aos irmaos portugueses.

    Carlos Eiras

  • Na minha opinião devia juntar-se Portugal e Galiza e a capital seria Braga novamente. E se Lisboa não quiser, fica de fora. Não precisamos de Lisboa para nada.

  • a minha opiniao a galiza a vilha de se ajuntar-a portuga e a capital fica em lisboa e a olivenca os espalholos avia de dar para tras a portugal e outra coiza que se fodas os espalholos o portugal ja foi munta vaje roubado.obrigado

  • Creio que se está a partir de pressupostos errados de que Portugal deve a sua existência à Galiza ou aos galegos, Portugal deve a sua existência à expansão do Condado Portucalense e por D.Afonso Henriques que ampliou esses territórios até Lisboa, antes da tomada de Lisboa, Coimbra era de facto a capital do reino de Portugal.
    O Brasil ou outros países lusófonos esses sim só o são devido a Portugal e aos portugueses, portando há que não haver equívocos acerca da origem da nação portuguesa.
    Quanto à língua já não há dúvidas que o português provém do galaico-português e por conseguinte de matriz latina. Quanto à possibilidade de uma união, creio que a longo prazo acabará pela Galiza se integrar em todo o Portugal, por diversos motivos mas o primeiro dos quais será o económico, a lusofonia cada vez mais está ganhando influência e força e os galegos para manterem a sua identidade terão de decidir a sua opção política, até porque quando as empresas galegas começarem a sediar em Portugal por questões de interesse ao mercado lusófono e pagando os seus impostos em Portugal será natural que a sociedade galega comece a questionar quais as vantagens de pertencer à coroa espanhola.
    Portanto quanto mais Portugal e os países lusófonos tiverem mais importante neste mundo globalizado, mais atrairá sobre si a Galiza e os galegos.

  • Hola de nuevo amigos Galaico-portugueses!
    Disculpadme por no escribir en Galego-portuguès, pués aunque lo entiendo bastante no se escribirlo.

    Sobre el tema de este foro, si ´´Portugal e Galiza son una mesma naçom?“´, quiero deciros que para mi opinión Portugal i Galiza tienen en comun muchos lazos historicos culturales y lingüisticos que los acercan muchisimo a lo que podriamos calificar de una comunidad nacional separada en dos estados, como podría ser el caso de Albania y el Kosovo, o Euskalerria que acabó dividida en dos entidades políticas , el Reyno de Navarra y las mal llamadas ´´provincias vascongadas“.

    La historia de Galiza- y de la Corona Astur-leonesa-galega, nos demuestra como fueron los nobles galegos Vimara Peres y Hermenegildo Guterres los iniciaron la tarea de la reconquista cristiana y la repoblación de los territorios que formaron parte del reino galego que crearon los Suevos que havían sido conquistados por el Islam.

    Fueron estos condes Galegos los que una vez conquistados los territorios de la Galiza Bracarense restablecieron las diocesis cristianas y iniciaron el proceso de la repoblación y esa repoblación cristiana se hizo con colonos galegos lo qual supuso la ´´Galegización“ lingüistica y cultural de las tierras que havia entre los rios Minho y el Mondego que havian formado parte de la Galiza del reino Suevo.

    Estos dos condes Galegos fueron los que crearon el Condado de Portucale y el de Coimbra. A ellos se deve la creación de unos condados que dieron origen a la creación de ´´a Galiza do sul“ o a la ´´antiga Galiza“- como el gran historiador portugués Herculano se refería al Condado de Portucale.

    Aunque el Condado de Portucale y el de Coimbra gozaran de una amplia autonomia eran parte del Reyno de Galiza y sus habitantes eran considerados como ´´Galegos“ por los emires y califas de Al-andalus, como lo demuestran documentos historicos.
    Prueva de ello fuè cuando el rey de la Corona Astur-leonesa-Galega, Alfonso III el magno repartió entre sus hijos reynos a y otorgó a Ordonho el reyno de Galiza inclullendo al Condado de portucale donde estableció en la ciudad de Viseula sede del reyno de Galiza.

    Otro rey galego ,Garcia II encarcelado por su hermano el rey de Castilla y León , Alfonso VI fuè también rey de la actual Galiza y del Condado de Portucale, lo cual viene a demostrar que el condado formava parte de Galiza y su reino.

    Fuè el rey castellano-leonès Alfonso VI- que una vez arrebatado a su hermano Garcia II el Reino de Galiza, el que dividió la ´´ Galiza estricta y historica“ entre los condes borgoñeses Don Henrrique i Raimundo, Galiza fuè partída en dos nuevas entidades políticas que finalmente acabaron por separarse.

    Han pasado mas denovecientos años y la realidad de aquella separación no la podemos ignorar: La Galiza bracarense- el Condado Portucalense independizado del dominio Castellano se convirtió en una gran nación que llegó a crear un gran imperio, mientras que la Galiza lucense calló en manos de la dominación y opresión castellana, fuè desposeida de sus instituciones forales y su lengua Galaico-portuguesa fuè perseguida y prohivída lo cual produjo la castellanización de la lengua tanto fonetica como escrita, lo que supuso el alejamiento del Galego-portugués de la otra ´´Galiza bracarense“ independizada.

    El ´´ reencontro“ o la creación de una unión de las dos naciones hermanas no puede passar por que ninguna de las dos intente imponer ni su dominio, ni querer reclamar como parte de su territorio- caso de algunos nacionalistas galegos que reivindican como Galiza las tierras portuguesas que van del rio Minho al Mondego, de esa manera no se puede construir un prollecto de reunificación o de federación.

    Peró la idea de crear una federación Galaico-Portuguesa creo que solo se podrà realizar de la manera menos traumatica para el actual estado neo-centralista Castellano-español que no suponga la separación de Galiza del estado.
    Solo mediante la creación de un nuevo estado conferal Hispanico – o Iberico- sería posible que Galiza se pudiera unir a un nuevo estado refundado portuguès federal que incluiría a Galiza, un nuevo estado de la confederación Hispanica: Portugaliza.

    La idea de una confederación Iberica donde todas las naciones ´´Hispanicas“ pudieran vivir asociadas respetando su identidad y soberanía y sin que ninguna de ellas se impusiera a las demàs serìa muy beneficiosa, pués ese nuevo estado confederal nos daría mas fuerza en las instituciones europeas a todas las naciones Ibericas.

    Peró hasta que el estado Castellano-español no reconozca el caracter plurinacional del estado y de mas autogovierno a Galiza , Euzkalerria, Catalunya, la Nació Valenciana y Balear y acabe siendo una federación, serà muy dificil construir esa confederación Iberica.

    Viva Portugaliza!

  • Os galegos não querem juntar-se a Portugal, mas não é por se sentirem pouco identificados. A questão é que entre a tirania de Madrid ou de Lisboa, venha o diabo e escolha. Os galegos querem ser livres, livres de decidir seu destino, tal como o norte de Portugal o deseja, espesinhado e espremido por uma Lisboa parasita. Eu veria com bom olhos uma união com Galiza mas a capital iria para Braga.

  • Portugal nasceu em Braga, a capital da Galiza.
    Braga não é galega ou portuguesa: é descaradamente ambas, porque são o mesmo.

    Acredito numa Europa multicultural, multilinguística, sem fronteiras. Mas multicultural não pode ser sinónimo de sem identidade cultural (e nacional). A Europa deve ser uma comunidade de nações, não uma desconstrução de nações.

  • Gracias por tu contributo raimon!

  • LA CORONA GALEGA- ASTURLEONESA
    La muerte del Conde de Castilla, Diego Rodríguez, permitió a Alfonso III, realizar una maniobra para atajar cualquier deseo de independencia o de cesión de más poder, del que estaba dispuesto a dar, a aquellos hijos de los Condes, que antaño fueran los hombre de confianza de los Reyes (Ordoño, Alfonso III). Alfonso III, dividió el reino entre sus hijos: * Garcia: Reino de León y Castilla * Ordoño: Galicia * Fruela: Asturias
    El Reino de Galicia tiene su origen en el reparto dinástico de los territorios bajo soberanía de Alfonso III el Magno entre sus tres hijos, correspondiéndole a Ordoño el Reino de Galicia. Sin embargo, al morir su hermano García I de León sin descencientes en el 914, Ordoño ocupa el trono del Reino de León, con el nombre de Ordoño II, con lo que se produce la unión de ambos reinos. El reino reapareció esporádicamente más tarde como independiente. Fue gobernado formando parte del Reino de León (hasta 1230), después de la Corona de Castilla y finalmente de España, constituyendo así un título agregado a la corona castellana, cuyos reyes fueron también, por lo tanto, reyes de Galicia.
    Estatuas de reyes que ocuparon los tronos de los reinos que más tarde se convertirían en España, en la plaza de Oriente de Madrid. En primer término se puede observar a Ordoño II de Galicia.
    Hermenegildo Gutierrez

    Hermenegildo Gutiérrez fue una figura destacada de la nobleza galaica del siglo IX.
    Contaba con amplias posesiones en los actuales Galicia y norte de Portugal. Perteneció a la Curia Regia en la corte de Alfonso III el Magno. Ostentó el más alto cargo en la misma: mayordomo real. Fue conde de Oporto y conquistador de Coímbra en el año 876.
    Conquista de Coimbra

    La conquista de Coimbra no fue una mera repoblación. Era un núcleo musulmán consolidado situado a más de cien kilómetros al sur del núcleo cristiano más próximo. Ya no pertenecía a la Gallaecia sino a la Lusitania en poder musulmán. Hermenegildo Gutiérrez tomó la ciudad asaltando sus fortalezas. El emir de Córdoba Muhammad I reaccionó enseguida y sitió a Hermenegildo, que resistió con éxito y perseverancia hasta la llegada de refuerzos.

    Con el antecedente de Vimara Pérez representa a la nobleza galaica que dio un gran impulso a la Reconquista, llegando hasta el Mondego en un momento en que la frontera cristiano-musulmana, en el centro de la península, estaba aún a la altura de Burgos y en el que Zamora no se puede dar como repoblada hasta el año 893. Precisamente con Vimara Pérez ocupa Tuy en 860, y con Peláez Pérez Braga en 868. Esta marcha hacia el sur consolidó un espacio social cristiano en el territorio portucalense. Esta área tan avanzada geográficamente tuvo que organizar su autodefensa mediante una creciente autonomía, germen del futuro Reino de Portugal.
    Leal a Alfonso III el Magno .
    Vimara péres

    Vimara Pérez (Galicia – La Coruña, 873), Vimara Peres (en portugués), fue un caudillo gallego, señor de la guerra cristiano de la segunda mitad del siglo IX del Noroeste de la Península Ibérica. Vasallo del Reino de Asturias, fue enviado al sur del Miño a mando de Alfonso III de Asturias, para retomar el valle del Duero de las manos de los musulmanes, ya que se aseguraba una línea de defensa fundamental para el pequeño reino cristiano de Asturias.

    Vimara fue uno de los responsables de la repoblación del territorio gallego fronterizo entre los rios Miño y Duero. Reconquistó la ciudad de Oporto (Portucale) en el año 868, repoblándola.

    Vimara Pérez fue también el fundador de un pequeño burgo fortificado en las proximidades de Braga, Vimaranis (derivado de su propio nombre), que con el correr de los tiempos, por evolución fonética, se tornó a la moderna Guimarães. Guimarães es curiosamente la ciudad portuguesa enlazada en la mitología nacional portuguesa como “Cuna de Portugal”.
    Casa Vimara Peres [editar]

    * Vimara Peres, conde 868-873
    * Lucídio Vimaranes, hijo del conde, conde a partir de 873
    * Onega Lúcido, la hija de la ex esposa de Diogo Fernandes (recuento de antes de 924)
    * Muniadona Díaz, hija de la esposa anterior, de Mendo Gonçalves I (también conocido bajo el nombre de Hermenegildo Gonçalves)
    * Gonçalo Mendes, hijo del conde previo de 950 a 999), en 997, tomó el título de Dux Magnus Portucalensium
    * Mendo Gonçalves II, hijo del conde de 999 a 1008), se casó con la condesa Tudadomna
    * Alvito Nunes, descendiente colateral Vimar Pérez, conde de 1008 a 1015, se casó con la condesa también Tudadomna
    * Ilduara Mendes, hija de Mendo Gonçalves II y Tudadomna, esposa de Nuno I Alvites, hijo de Alvito Nunes, el conde 1017 a 1028)
    * Nuno Mendes II, conde de 1050 a 1071), derrotado y muerto por el ejército del rey García II de Galicia durante la batalla de Pedroso.

  • Hola amigos galegos e portugueses!
    Aquí os deixo um articulo de jose chao sobre este tema
    Si Galiza non quere perder a sua lingua e a sua personalidade nacional a soluçao e a ´´ reunificom“com a otra galiza- o Condado Portucalense- hoje portugal,que se separou do resto de Galiza. Aqui os deixo o articulo.
    Para JOSÉ CHÃO DE LAMAS
    Porque é que nós, portugues@s, devemos amar a Galiza.
    JOSÉ CHÃO DE LAMAS. A primeira questão que, como portugueses, devemos colocar-nos, é se é possível, ou se algum dia teria sido possível, a existência de Portugal sem a existência da Galiza. Corria o século XIX, que entrava no seu último quartel, e num jornal do Porto, “O Primeiro de Janeiro”, era entrevistado o grande historiador Alexandre Herculano. O jornalista demorava-se em pormenores do que estava nas origens de Portugal, e o historiador respondeu-lhe: “Portugal é a criação do génio galego”.
    Olhemos os seguintes factos:
    1- Portugal não nasceu no ano 1143. Nasceu quando da queda do império romano no ventre do reino dos suevos, que criaram as condições para que a província da Gallaecia (com forte personalidade diferencial) evoluísse, juntamente com parte da Lusitânia, de modo claramente separado do resto peninsular. É neste reino que se produzem e funcionam os mecanismos que farão que a nossa língua portuguesa nasça do latim e seja estabelecida no noroeste peninsular no velho solar da Gallaecia, no seu esqueleto fundamental no período que vai dos séculos VI ao IX. Aí já temos os primórdios da nossa actual língua e o nosso funcionamento como povo diferenciado na península e no mundo europeu. É suficiente olharmos todas as crónicas muçulmanas peninsulares ou documentos referentes à península, das longínquas terras europeias do Mar do Norte, e ali estamos nós, portugueses, trajados de galegos. Que Portugal então não se chamasse assim, pois chamando-se Galiza era já verdadeiro Portugal, tanto faz. Porventura quando nós, portugueses, ou galegos, ou galego-portugueses, estendíamos o reino para o Sul, não estávamos a fazer Portugal? O portuguesíssimo mosteiro de Lorvão (perto de Coimbra) fundávamo-lo no século IX e assim figura nas actas fundacionais “in finibus Galleciae”.

  • Qual Galícia? Galiza.

  • Olá,
    não é nada justo o que acontece à galiza desde há 500 anos. Os lusófonos adoram ser independentes e diversos, mas sempre ligados pelas suas raízes comuns… A europa tem que despertar e tornar-se sensível a este drama… e os senhores castelhanos nascidos na galiza aprendam a respeitar as raízes do povo histórico que os vem acolhendo (suportando!) e tratando com respeito. Castelhanos APRENDAM A SER CIVILIZADOS E A RESPEITAR QUEM BEM VOS ACOLHE (na GALIZA)! Respeitem o país onde nasceram ou então regressem a castela. Já agora porque sairam de lá? Talvez por serem maus uns para os outros? Pois é, está-vos no sangue, nem para vós (castelhanos) sois bons, raça reles.

    Viva a Galiza lusófona, viva

  • E abraço aos irmãos Galegos, considero-os como compatriotas apesar de não serem de Portugal, apenas me custaria ver o nome “Portugal” desaparecer após 900 anos de História, ou parte de Portugal ser afastada da sua outra parte a sul (dividir Portugal), até porque estamos numa época em que deve haver união e não desunião. De resto somos todos como irmãos. “Portugal”, tal como “Galiza” são nomes que têm os dois direito a existir. Quer a Galiza um dia seja 100% independente, ou quer se queira juntar a Portugal, há que fomentar a união e nunca a desunião. Pensem em Portugal não como um país estranho que oprime uma suposta “Galiza do Sul” como alguns pensam, mas sim como um país que já foi apenas um Condado Portucalense e parte da Gallaecia, que se expandiu pelo mundo mas que não esqueceu as origens (vejam a nossa Língua e tradições), e que é uma bonita mistura de povos (como toda a Ibéria e até a Galiza). É só por já ter lido algures na Internet alguns Galegos mais radicais dizerem que Portugal deveria ser dividido ao meio e só queriam o Norte de Portugal e que o sul de Mondego é que seria Portugal, que coloquei o meu comentário anterior, para não levarem a palavra “Galiza” acima de “Portugal” ou qualquer outra, ambas têm a sua importância na História, e “Portugal” nasceu em Porto e Gaia dentro da antiga Gallaecia. Mas tenho a certeza que a maioria dos Galegos gostam de Portugal inteiro e não apenas do norte. Abraços e continuação de bom trabalho.

  • Gonçalo:
    Obrigado pelo contributo!
    Abraço.

  • A Galiza não é a Gallaecia. Gallaecia é um nome inventado pelos Romanos que inicialmente chamaram Lusitania a toda a costa e depois dividiram em Lusitania e Gallaecia. Portugal/Portucale é um nome que existe antes da palavra Gallaecia ser criada e que vem da cidade de Portus e Calle/Galle (actuais Porto e Vila Nova de Gaia). Portucale esteve integrado na Gallaecia Romana, mas depois voltou a expandir para sul e conquistou o actual Portugal, e é uma mistura de vários povos e não apenas Callaeci. Galiza não é Gallaecia, e como tal não há qualquer fundamento em ter de se chamar Galiza e meio Portugal. Galiza se quiser pode ser independente, e até podia formar uma união com Portugal mas Galiza é só Galiza, e todo o Portugal, é o Portucale expandido e não é Galiza, apesar de parte dele já ter feito parte de um Reino Galaico. Mas Portugal é Portugal, Galiza é Galiza. Portugal é a evolução de Portucale, e Galiza é outra parte da antiga Gallaecia. São coisas distintas. Não pensem que tem fundamento a transformar parte de Portugal em Galiza, só porque fazia parte da antiga Gallaecia. Tal como Galiza invoca o direito de independência por ser parte da Gallaecia, Portucale devido ao seu nome com milénios (Portus+Calle/Galle) também merece ter o seu nome no país Portugal. Portugal e Galiza são ambos filhos de algo anterior, e Galiza não é mãe de Portugal, é quanto muito irmã. Não confundam.

  • Excelente blogue. Parabéns e longa vida e ampla divulgação é o que desejo.

    Deparo-me com um problema caricato: estou a tentar, hà jà semanas, de encontrar o livro In “GALIZA PORTUGAL – UMA SÓ NAÇÃO”, ed. Nova Arrancada, Lisboa, Outubro de 1997. Considero-o improtantissimo e gostaria de o ler, mas temnho tido imensa dificuldade em procurà-lo. Jà contactei diversas livrarias e até Feiras do livro. Dizem sem stock.

    Alguém me pode ajudar? Informaçoes que possam ter seriam vitais. Vivo fora de protugal, pelo que é-me muito dificil adquirir esta obra.

    Melhores cumprimentos

  • Fds mandem este último gajo pó ….alho!

  • Vamos parar com estes lastimosos ismos e construir uma Europa multicultural, multiliguística, sem fronteiras. Chega de fomentar nacionalismos que tanto mal nos fez no passado, nos levando a duas guerras infames e umas tantas outras ditaduras.

  • Sim eu sei… basta ir à Galiza… mas daí até termos a Galiza em Portugal… seria o mesmo que a Irlanda do Norte voltasse à Irlanda… vai ser dificil!
    Não é que eu não gostasse de ver a tira de alto a baixo no mapa da Peninsula…
    Sim é uma triste história de que todos se querem esquecer!
    Abraço – CM

    PS Tou a tratar de Fu Manchu – just wait

  • CM, não precisamos de ser nós a dizer aos espanhois. Os galegos estão-lho sempre a dizer!
    Olivença é outra história (triste).
    Abraço

  • Man, vai lá dizer isso aos espanhois… não vão achar graça à conversa!
    Abraço – CM

    PS E Olivença conheces a história?

  • caramba, muito bom ter lido isso Arlindo…essa questão Galicia/Portugal é muito interessante, levando em conta que falo um idioma que vem dai…vou dar uma olhada nas musicas …

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