PLASTIC PONEY no programa da RTP2 “5 Para a Meia Noite“, de 15 de Agosto de 2011
Galeria fotográfica de PLASTIC PONEY AQUI
Originally posted 2011-08-16 13:59:05. Republished by Blog Post Promoter
Alimento para a musicofilia e a melomania das massas.
PLASTIC PONEY no programa da RTP2 “5 Para a Meia Noite“, de 15 de Agosto de 2011
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A Juliette, como sabem, é actriz e conta já na sua carreira com inúmeros titulos, vejam aqui. Agora deu-lhe para o rock’n'roll e deu-lhe forte. Vai-te a eles miuda…
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Por outro lado, a estas aqui já lhes deu há muito tempo, mas não menos forte. São giras como tudo e mesmo se um tipo não for à bola com o rock’n'roll, vai à bola com elas… Eu ia a todo o lado, até ao inferno… até porque lá é quentinho, segundo se diz.
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Sou agnóstico. Acredito que não sabemos nem poderemos nunca saber se existe um Deus. Já houve quem me quisesse dissuadir deste céptico agnosticismo, mas sem sucesso: e que sim, que Deus existe e é grande. Senão como surgiu este universo multifacetado e repleto de contradições?
Está bem! Foi Deus que criou o mundo que conhecemos. Mas, quem criou Deus? Eu tendo a achar que foi o Homem! E que cada vez que oramos, os que o fazem, ajoelhados junto de um leito que um dia há-de ser de morte, qual criança pedindo ao Senhor que os monstros abandonem a escuridão do quarto, em rigor, rezamos ao Homem, solicitando para nós e para terceiros muito do que nós próprios podemos dar. Dádivas que a preguiça e descrença no próprio Homem obstaculizam. Mas, se o Homem Criou Deus, então, por entreposta pessoa, o Homem criou o mundo.
Por este e outros motivos que não vêm ao caso, evito persignar-me ou benzer-me invocando a Santíssima Trindade. Isso seria desonesto e hipócrita.
Prefiro invocar a única trindade que me concede alguma serenidade. Para lá da cervejaria propriamente dita, a invocada por um dos grupos “one hit wonder” esquecidos do “boom” do chamado “rock português”. Continue reading »
Originally posted 2006-05-22 01:04:27. Republished by Blog Post Promoter
Stress! Moderno, socialmente aceitável, doença de estratos sociais acima do remediado. Não ter stress não é um bom indicador. Significa que não trabalha o suficiente (fora de horas, quero dizer), que o seu patrão ou superior hierárquico não lhe esmigalha suficientemente o juízo durante o dia, com perguntas idiotas e negligências tansformadas repentinamente em urgências desmesuradas cuja inexecução de forma imediata, sem questões nem observações, determinará, sem mais, o fim do mundo tal como o conhecemos (pelo menos para si).
Em todas as organizações militam idiotas que podem em, qualquer altura, pedir-lhe para executar o tal relatório que anteriormente lhe tinham dito que não devia, em absoluto, elaborar-se, caso contrário isso podia acarretar consequências, nefastas já se vê, para a sua (já) miserável carreira! A cena tem, normalmente, tendência para se repetir, ciclica ou insistentemente. Isto provoca stress. Logo, mesmo que o seu vencimento seja miserável, você sente-se bem: tem stress. É “in”. E vai ao médico (de clinica geral e da Previdência que depois de perguntar se está tudo bem, aconselha o neurologista que, por seu lado, lhe manda aviar uma receita de ADT (do mais forte para começar, depois com o tempo logo se vê). E já está: baixa por doença e lá se vai a produtividade do país às urtigas! Fica, com o tempo e a medicação, com sérias probabilidades de se tornar o zombie número um da sua empresa.
Eu tenho stress, (não vão pensar que sou algum indigente que nem ganha para comer) e tomo ADT e outros! Já ultrapassei a fase zombie (foi do melhor: “quem?”, “aonde”?). Durante todo o processo fiz, contudo, automedicação que me ajudou a superar e agora me sustenta a leveza do ser e o fardo do dia-a-dia. Aliás, faço-a desde muito novo. Desde tempo imemoriais (sempre quis usar esta expressão) que o faço, por isso não tenho a mínima ideia de quando comecei! O que sei é que este medicamento me faz sentir bem.
Tive sempre propensão para medicamentos desta natureza, apesar de ainda não o saber quando ouvia o Nelson Ned na Rádio Altitude da Guarda!
100 a 150 batidas por minuto, actuar no escritório (às vezes no carro) perante uma audiência imaginária, com o polegar e o indicador direitos (salvo no veículo em andamento, por razões de segurança) faíscando no fémur, também ele direito, reduz -me drasticamente os níveis de stress (chega a cansar, tal a entrega, mas é um cansaço saudável).
O medicamento antistress a que numa das últimas autoprescrições me obriguei foi este “Recipe for Disaster” dos Brand New Sin. Uma espécie de comboio de mercadorias que passa a toda a velocidade com o seu som estridente, galgando quilómetros sem dó nem piedade e sem que alma alguma deste mundo consiga pará-lo: “Whoa God help me, I’m like a runaway train and there is no turning back”. É de tal ordem que o número de tomas (e estou a tomá-lo agora) chega a ser de várias ao dia.
Recomendado para stress e doenças do foro mental.
“Hell yeah!”
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Eu tenho uma cadela. Mas quero sublinhar com veemência que se trata de uma cadela, apesar de ter sido laqueada, para evitar certas coisas. A veemência com que sublinho o facto de ser uma cadela deve-se a um outro, que passo a anunciar: toda a gente se lhe dirige, ou mesmo a mim, perguntando “Então estás bom?” – para a cadela – e “O cão morde?”, dirigindo-se a mim. Ora isto é inaceitável! Tão inaceitável quanto o eu perguntar a uma senhora que tipo de lâmina usa para fazer a barba, se bem que algumas necessitassem, efectivamente, de a usar regularmente para esse efeito. E porque é que eu faria uma pergunta tão fora de contexto? Porque à primeira vista a senhora, por virtude de farto buço ou mesmo de vestígios mais profusos de penugem no rosto, induzir-me-ia em erro, porque não atentei noutros pormenores da fisionomia da dita. O facto de ter o peito mais saliente não significa nada é certo, porque há homens que também o têm e aos quais eu poderia perguntar qual o número da copa do sutiã que usam, mas a questão viria sempre a despropósito. Um e outro responderiam de forma diversa,
mas sempre com o mesmo sentido, a senhora dizendo, “Eu sou fêmea e não faço a barba, quando muito faço depilação”, enquanto o macho responderia em tom interrogativo, “Queres levar um murro nos cornos?”. Ambas demonstram o quão equivocado eu estaria ao colocar a questão. E isto é inaceitável! É inaceitável não atentar noutros pormenores da fisionomia dos questionados, ou daqueles a quem as perguntas se reportam ainda que realizadas a terceiros.
Por isso, quando alguém pergunta à minha cadela “Estás bom?”, ou a mim me interpelam se “ele morde” trata-se de uma insolência, uma provocação, resultante de uma condenável falta de atenção do interpelante. E isso é inaceitável!
Porque é que as cadelas têm, aos olhos dos menos observadores, de ser sempre cães? Por acaso se chama a uma mulher “da vida” cão? Não, chama-se-lhe cadela (às vezes raivosa). Então qual é a dificuldade? Cadela é cadela, cão é cão.
Honestamente, nem sei porque estou a desperdiçar tempo a escrever este pequeno texto, que sei ser de fino recorte literário. Sou de antemão sabedor que continuarão a chamar cão à cadela, sem terem a preocupação de atentar a certos pormenores de carácter físico para, em antecipação à questão, afastarem as dúvidas.
A minha cadela nunca me mordeu. Se o fizesse seria, naturalmente, uma cadela morta. No entanto, gosto dela, mas já cometi a aleivosia de lhe desejar aquele destino. Tudo porque solta imenso pelo, qualquer que seja a estação do ano e isso enerva-me solenemente. Por isso escrevi à faculdade de veterinária no sentido de indagar se haverá qualquer solução para tamanha praga ou se, em alternativa, lhe podia dar um pente zero, do género militar acabado de assentar praça. Continuo à espera de resposta.
Desta Forma, estou seriamente inclinado para a resignação e passar várias centenas de horas apanhando pelo e a escovar a cadela até que o Nosso Senhor dos cães a chame para junto dele.
Nem a propósito fiquei ontem a saber que o Rei Tutankhamon morreu de uma infecção causada por um ferimento na perna esquerda, logo acima da rótula, que até acho que já nem tinha. Isto é muito importante para a história do Egipto e do rei mais jovem da história (pelo menos do Egipto), já que por cá o Sebastião nem se dignou morrer com um ferimento. Ficou-se por África onde fundou uma tribo que tem vindo a invadir paulatinamente o nosso país. D. Sebastião era um verdadeiro palhaço, a julgar pelas roupas.
Por fim, considero útil referir que o que me trouxe aqui foi o pelo da cadela, que gostaria de partilhar convosco.
Originally posted 2007-02-08 22:17:21. Republished by Blog Post Promoter
Zeitgeist, o Filme (Zeitgeist, the Movie, no original) é um filme de 2007 produzido por Peter Joseph, aborda temas como Cristianismo, ataques de 11 de setembro e o Banco Central dos Estados Unidos da América (Federal Reserve).Ele foi lançado online livremente via Google Video em Junho de 2007.
Uma versão remasterizada foi apresentada como um premiere global em 10 de Novembro de 2007 no 4th Annual Artivist Film Festival & Artivist Awards.
Em 2 de Outubro de 2008 foi lançado um segundo filme, continuação do primeiro, chamado Zeitgeist:Addendum, onde se trata temas com a globalização, manipulação do homem pelas grandes corporações e instituições financeiras, e aborda a atual insustentabilidade material e moral da humanidade, apresentando o Projeto Vênus como solução para o problema.O filme é estruturado em três secções:
* Primeira parte: “The Greatest Story Ever Told” (“A maior história já contada”) – Aos 00:13 min
* Segunda parte: “All The World’s A Stage” (“O mundo inteiro é um palco”) – Aos 00:40 min
* Terceira parte: “Don’t Mind The Men Behind The Curtain” (“Não se importem com os homens atrás da cortina”)- Aos 01:14 min*
Zeitgeist é um termo alemão cuja tradução significa espírito de época, espírito do tempo ou sinal dos tempos. O Zeitgeist significa, em suma, o conjunto do clima intelectual e cultural do mundo, numa certa época, ou as características genéricas de um determinado período de tempo.O conceito de espírito de época remonta a Johann Gottfried Herder e outros românticos alemães, mas ficou melhor conhecido pela obra de Hegel, Filosofia da História. Em 1769, Herder escreveu uma crítica ao trabalho Genius seculi do filólogo Christian Adolph Klotz, introduzindo a palavra Zeitgeist como uma tradução de genius seculi (Latim: genius – “espírito guardião” e saeculi – “do século”).[1] Os alemães românticos, tentados normalmente à redução filosófica do passado às essências, trataram de construir o “espírito de época” como um argumento histórico de sua defesa intelectual.
In Wikipédia
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